Mesa redonda 9 – O capitalismo contemporâneo e a terceirização: novas abordagens e fontes para pesquisa

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Data: 09/09/2017

Horário: 8:30

Mesa redonda 9 – O capitalismo  contemporâneo e a  terceirização: novas  abordagens e fontes  para pesquisa

Coordenadora:

Magda Barros Biavaschi

Convidados:

Márcia de Paula Leite (Doutora, Professora Titular do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas à Educação da Unicamp)

Hugo Barretto Ghione (Doutor, Professor Titular Catedrático de Direito do Trabalho e de Seguridade Social da Universidade da República)

Gabriela Neves Delgado (Doutora, Professora Associada de Direito do Trabalho dos Programas de Graduação e Pós-Graduação da Faculdade de Direito da UNB)

Alisson Droppa (Doutor, Pós Doutorando em Educação pela Faculdade de Educação da UNICAMP – Bolsista FAPESP)

Marilane Oliveira Teixeira (Economista, mestre em economia política e doutoranda do programa de economia social e do trabalho da IE/UNICAMP, pesquisadora do tema de relações de trabalho e gênero, assessora sindical e colaboradora da OIT/ACTRAV e da Industrial no Brasil)

Ementa

A presente mesa busca trazer ao debate discussões e dados coletados no âmbito do eixo Terceirização do Projeto temático:“Contradições do Trabalho no Brasil Atual. Formalização, precariedade, terceirização e regulação”, coordenado pela Professora Márcia de Paula Leite, no qual seus pesquisadores, em diversos eixos temáticos, buscam elucidar os impactos das transformações mais atuais do capitalismo nas relações de trabalho a partir de aspectos como: desigualdades de gênero, informalidade, terceirização e papel das instituições publicas sobre essa modalidade de contratar, organização sindical, cadeias produtivas de alta tecnologia e relações de trabalho, regulação social e políticas públicas de mercado de trabalho.

Esta mesa, focando os estudos do eixo terceirização, propõe-se a um debate sobre essa forma de contratar a partir dos seguintes aspectos: capitalismo contemporâneo e abordagem econômica da terceirização; terceirização em setores de alta tecnologia; formas burladas de terceirização e o papel das instituições públicas que atuam no mundo do trabalho, com foco na Justiça do Trabalho; metodologia do estudo das fontes produzidas da justiça do trabalho e seu papel diante das demandas envolvendo terceirização; regulação do trabalho sobre terceirização em perspectiva comparada; correspondentes bancários como forma burlada de terceirização; e, aspectos constitucionais do uso da terceirização e, nesse cenário, o papel do Supremo Tribunal Federal.

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